domingo, 6 de março de 2011

OS CEGOS DE SUMPAULO...


"NÃO ENXERGO NADA"!!!
Choque de gestão demo-tucano dá nisso: cego morre ao cair nos trilhos do metrô de SP



Estranhamente o jornal Agora, do grupo "Folha de São Paulo" ''engavetou por 11 dias a notícia da morte de um deficiente visual'' que caiu nos trilhos do metrô e foi atropelado por um trem.



O deficiente visual Diógenes Ermelindo, 63 anos, morreu atropelado por um trem do metrô ao cair nos trilhos da estação Santa Cecília, na linha 3-vermelha (Palmeiras-
BarraFunda/Corinthians-Itaquera), às 9h45 do último dia 22. Ele ainda foi socorrido na Santa Casa de Misericórdia, mas não resistiu.



Se o trágico acidente foi no dia 22, por que só noticiar agora? O grupo Folha escondeu? O Metrô escondeu? O governo demo-tucano paulista escondeu?



Segundo o jornal, o Metrô disse apenas que os deficientes são acompanhados nas estações por funcionários ou se movimentam seguindo rota segura e sinalizada por meio de piso tátil.

Segundo o delegado que respondeu pela ocorrência, Ermelindo não teria aguardado a chegada de um funcionário do Metrô para ajudá-lo.

Será que não aguardou, ou desistiu após muita espera? O delegado não pediu as câmaras de segurança? (OADPL)

sexta-feira, 4 de março de 2011

VALEW, PRESIDENTA DILMA!!!









Aprovação a Dilma supera a de Lula em 2003 e 2007


(Eduguim)





Foi pouco divulgado, mas já foi feita a primeira pesquisa sobre a popularidade da presidenta Dilma Rousseff, após os primeiros 45 dias de mandato. Foram feitas mil entrevistas pelo Instituto Análise, do sociólogo Carlos Alberto de Almeida, autor de “A Cabeça do Eleitor”, que versa, inclusive, sobre o efeito das pesquisas de opinião sobre a vontade do eleitorado.

Dilma aparece, nessa pesquisa, com 50% de bom e ótimo. Esse índice supera os índices de aprovação do ex-presidente Lula no limiar tanto do primeiro mandato (2003) quanto do segundo (2007), apesar de os índices daqueles anos, com os quais está sendo feita a comparação, serem de outro instituto, o Datafolha.

Contudo, a comparação é útil para se ter uma base para avaliar o patamar de aprovação da presidenta neste momento, após os primeiros movimentos de seu governo. Essa comparação deixa ver situação mais confortável de Dilma.

Em 2003 – melhor base de comparação, pois Lula ainda era uma incógnita –, o ex-presidente detinha 43% de aprovação pessoal, segundo o Datafolha; em 2007, após uma eleição difícil por conta do remanescente escândalo do mensalão, paradoxalmente Lula teve maior aprovação, de 48%. Aqui, salta aos olhos um fenômeno que se consolidaria nos anos seguintes.

A guerra que a mídia declarou a Lula durante seus oito anos, diferentemente do que se poderia imaginar não conseguiu impedir que, entre abril de 2003 e dezembro de 2010, sua aprovação pessoal praticamente dobrasse, chegando a 83% no último ano de seu governo.

RACISMO??? NÃO!!!

Em 3 assassinados, 2 são negros.
Não, nós não somos racistas


Racistas ? Quem ? Nós ?


Na pág. 12 da Carta Capital que chega hoje às bancas, Mino Carta (“A maior desgraça – três séculos de escravidão vincam até hoje os comportamentos da sociedade brasileira”); e Cynara Menezes, na pág. 24 (“Ecos da escravidão – nunca o fosso entre a segurança dos brancos e negros foi tão grande no Brasil. Enquanto o número de assassinatos de uns cai, o dos outros segue em alta”) tratam de racismo e violência.

Mino diz assim:

“Há quem pretenda que o preconceito à brasileira não é racial, é social, mas no nosso caso os qualificativos são sinônimos: o miserável nativo não é branco.”

Mino demonstra que Ronaldo, dito o Fenômeno, e mesmo Pelé, “um negro de alma branca”, se postados na calada da noite em certas esquinas do Rio e de São Paulo, seriam sumariamente conduzidos ao xilindró mais próximo.

Mino considera que a escravidão é o “mal maior da história do Brasil”.

Outro mal, o Golpe de 64, “último capítulo do enredo populista comandado por uma elite que, como diz Raymundo Faoro, quer um país de 20 milhões de habitantes e uma democracia sem povo”.

Como se sabe, o PiG (*) apoiou o Golpe com entusiasmo.

A Folha chegou a ceder carros de reportagem para os torturadores.

Como se sabe, o PiG apoiaria qualquer outro Golpe para derrubar qualquer presidente trabalhista.

Conclui Mino:

“CartaCapital confia na ação da presidenta Dilma e acredita que seu Governo saberá dar prosseguimento às políticas postas em prática pelo antecessor e empenhar-se a fundo no seu próprio programa de erradicação da miséria.”

Cynara dá os números para Mino bater.

O racismo se adensa.

“Em 2002, foram assassinados 46% mais negros do que brancos. Em 2008, a porcentagem atingiu 103%.”

“Em outras palavras, para cada três mortos, dois tinham a pele escura.”

“Na Paraíba, morrem 1.083% mais pretos. Em Alagoas, 974%. E, na Bahia dos blocos de Carnaval, 440%.”

Recomenda-se ardentemente a leitura do livro “Nós não somos racistas”, de Ali Kamel, o Gilberto Freyre da Globo.

Em tempo: não deixe de ler “Secretario de Justiça da Bahia associa Ali Kamel ao racismo no Brasil”.


Paulo Henrique Amorim

PARA O LIXO DA HISTÓRIA...


Nem Cervejarias apoiam apologia da embriaguês e dopagem feita pela Globo no BBB

O Big Brother Brasil, com audiência em queda livre, resolveu apelar nesta edição e liberar vodca e cerveja nas festas, fazendo apologia da embriaguez, para ver se "dopava" a audiência.

Dopando os participantes com álcool, eles tendem a rebaixar a autocrítica, perdem o bom senso em frente às câmaras, e os vexames, barracos e baixarias vem à tona, causando polêmica e audiência.

Mas essa estratégia da produção, se surtiu efeito na audiência, foi negativo, porque sobraram cenas de bêbados chatos, cambaleando e discutindo com fala enrolada, grogues.

Mas o mais curioso é que, num programa onde cada centímetro de merchandising valia ouro, no rótulo das latas estava escrito "Cerveja Big Brother", sem nenhuma marca querendo se associar aquela coisa.

A indústria de cerveja, cuja publicidade já é alvo de muita contestação e processos, percebeu que cenas de embriaguez era clara propaganda negativa.

Achou melhor não aparecer, e deixou o vexame, as baixarias, a irresponsabilidade social da apologia à embriaguez e dopagem, por conta só da TV Globo.




sábado, 26 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

FOLHA?????


Recomendação
“Se passar na banca e ver a FOLHA, não compre.

Se comprar, não abra.

Se abrir, não leia.

Se ler, não acredite.

Se acreditar, RELINCHE.




DESALENTO...

BLOG DA CIDADANIA

EDUARDO GUIMARÃES


Um dia após as cúpulas dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário irem render homenagens a uma das quatro famílias que controlam com mão de ferro a comunicação de massas no Brasil, perdi mais um negócio – sou comerciante. E perdi porque não trabalhei como deveria naquilo que me paga as contas. E não trabalhei como deveria porque estava ébrio – não de álcool, mas de ideais.

Não foi a primeira vez. Se pudesse recuperar todo o dinheiro que perdi por me dedicar menos ao meu ganha-pão do que aos meus ideais políticos, certamente poderia comprar a casa na praia com que tanto sonho para que nela possa terminar os meus dias.

Nunca liguei para o dinheiro que perdi me dedicando a este blog, ao Movimento dos Sem Mídia e às causas que abraçamos. Mas agora, liguei. E não só por a presidenta Dilma ter ido prestigiar a Folha.

Apesar das noites em que escrevia furiosamente de dentro da UTI em que minha filha caçula estava internada, apesar das brigas que comprei na Justiça com a imprensa golpista, apesar dos atos públicos que promovi responsabilizando-me perante a polícia pelo que centenas de pessoas que compareceram a esses atos fariam, fui tratado como alguém que abandona o barco ao menor balanço.

Foram poucos os que me trataram assim, mas a dor que me provocaram foi muita. Contabilizei umas doze pessoas que no Twitter, em comentários aqui e em e-mails, bêbadas pelo partidarismo mais descerebrado que se possa conceber, ignoraram tudo o que venho fazendo há anos para que o projeto petista de país pudesse ser levado a cabo.

Mas há outra razão para o desalento que me flagela. A demonstração de poder que um jornal exibiu ao fazer as cúpulas dos três Poderes da República se deslocarem da capital federal a São Paulo para paparicá-lo, revelou como é quixotesca a luta em prol da qual venho abandonando a minha própria vida e até as necessidades de uma filha gravemente enferma pela qual deveria estar empreendendo todos os esforços possíveis.

Para que tudo isso? Não ganhei dinheiro, não ganhei reconhecimento, não ganhei nada, particularmente, por mais que acredite que contribuí para impedir que a direita midiática voltasse ao poder. E seria suficiente porque nunca pretendi nada além disso. Mas, ao assistir à demonstração de poder que a imprensa golpista deu no primeiro dia desta fatídica semana, tive a sensação de que foi tudo em vão.